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Palavra Diária - Blog Evangélico de estudos da palavra

sábado, 21 de fevereiro de 2015

"O Voto de Jefté, o Juiz"

Olá meus queridos... Graça e Paz da parte do SENHOR Jesus!!

Reflexão de Hoje...

"Então, o Espírito de Yahweh, o SENHORveio sobre Jefté e o dirigiu com poder a fim de que ele atravessasse as terras de Gileade e Manassés, passando por Mispá de Gileade, e daí avançou contra os amonitas. E Jefté consagrou este voto ao SENHOR: "Se entregares os amonitas nas minhas mãos, aquele que estivesse saindo da porta da minha casa ao meu encontro, quando retornar da vitória sobre os amonitas, será oferecido ao SENHOR, e eu o sacrificarei!" (Jz. 11.30-31) BKJ Atualizada.

As Sagradas Escrituras nos trás uma história que revela vitória e perda. Alegria e tristeza. Para compreendermos o texto acima, é preciso conhecermos todo o seu contexto. Jefté foi filho de Gileade com uma prostituta, e era guerreiro hábil. Ao morrer seu pai, seus irmãos - por parte de pai -, não aceitavam dividir a herança com Jefté, por essa razão, o expulsaram de sua terra. Humilhado por todos, por ser filho de outra mulher, ainda mais de uma prostituta, ele foge para longe de todos e se estabelece na terra de Tobe. Reuniu em torno de si um bando de vadios que passaram a andar com ele. Passou-se o tempo... Os amonitas fizeram guerra contra Israel. Não havia quem comandasse o povo na guerra. Diante dessa necessidade, os anciãos de Gileade foram em busca de Jefté (os líderes do povo tinham combinado entre eles que, aquele que iniciasse o ataque contra os amonitas, se tornaria chefe do povo de Gileade - Jz. 10.18)), na terra de Tobe. Ao encontrarem-no, pediram que ele voltasse, e comandasse o povo. Jefté segue após os anciãos de Gileade. Chegando ante ao povo, foi aclamado como chefe e comandante. Após ser aclamado, ele envia mensageiros ao rei amonita indagando a cerca de seu ataque contra a sua terra, pois da parte de Jefté não havia razões para que os amonitas viessem contra eles. No momento que Jefté tenta "evitar uma guerra" (podemos assim dizer), tentando usar o "poder da persuasão", não deu certo. A guerra estava declara. Não houve acordo entre, o juiz Jefté e o rei amonita. "Então, o Espírito de Yahweh, o SENHORveio sobre Jefté e o dirigiu com poder a fim de que ele atravessasse as terras de Gileade e Manassés, passando por Mispá de Gileade, e daí avançou contra os amonitas." Agora, as coisas passou a ser diferente, não era Jefté que iria com sua própria força, habilidade livrar o povo, mas sim pelo Espírito do SENHOR. Não seria ele dirigido por "suas experiências de luta", mas sim, pelo poder do Eterno. Com a presença do SENHOR sobre si, avançou contra os amonitas. Nos versículos 30 e 31, da leitura, vemos Jefté consagrando ao Eterno um voto. Se o SENHOR, entregasse em suas mãos, os amonitas, ele sacrificaria em holocausto aquele que estivesse saindo da porta da sua casa, ao seu encontro. Esse foi o voto. Ao voltar da guerra, feliz, pois o Eterno havia dado vitória ao povo, ele corre para a sua casa, com certeza para se alegrar com sua esposa e a sua única filha, e não tinha nenhum outro filho. Ao chegar em Mispá, sai ao seu encontro sua FILHA, dançando de alegria ao som de tamborins. Ele, ao vê-la, rasga as vestes e grita: "Ó Não! Ah, minha amada filha!(...)". (v.35 - BKJ Atualizada). Então, após dois meses, ele cumpre o voto que fez sacrificando a filha. 

Comentário...

Em meio a tantas "experiências", uma coisa Jefté não tinha - conhecimento suficiente da Torá, Lei de Yahweh. Essa falta de conhecimento contribuiu para algumas decisões precipitadas e erradas (Lv. 18.21; 20.2-5; Dt. 12.31; 18.10). "Não entregarás teus filhos para serem sacrificados no fogo ao deus Moloque. Ora, isso seria profanar o santo Nome do SENHOR Deus. Eu Sou Yaweh!"- Lv. 18.21. O sacrifício humano era costume pagão que, infelizmente, passou a ser conhecido pelos hebreus (2Rs. 3.27; 16.3; 17.17; 2Cr 33.6; Jr. 7.31; 32,35). O "voto" era tradição entre o povo de Israel, (1Sm. 1.11; 2Sm. 15.8), contudo não deveria ser frequente, nem tão pouco feito de forma leviana; porque não podia ser violado (Nm 30.2; Dt 23.21-23; Ec 5.4-5). O SENHOR Jesus nos ensina que é melhor não "jurar", não fazer "votos" ao SENHOR (Mt 5.33-37). Muitas pessoas fazem "votos" para se alcançar um favor da parte de Deus, mas isso não é "obrigatório", pois o Eterno nos abençoa pela sua infinita graça e misericórdia. Por essa razão, não façamos como Jefté, nem como Orígenes de Alexandria, o qual também é conhecido como Orígenes, o Cristão; um dos pais gregos da igreja do segundo século, que mutilou seus órgãos sexuais ao interpretar literalmente Mt. 5.29.
O conhecimento dos Escritos Sagrados e a sua aplicação, precisa ser feito com muito cuidado, pois erros de interpretação pode levar-nos a cometermos erros, ainda que acreditemos estarmos fazendo o certo. Lembremos que: Jefté cometeu um pecado - sacrificando a própria filha, embora para ele, estivesse sacrificando à Deus -, por não CONHECER A TORÁ, Lei do SENHOR.
Maus amados, busquemos o conhecimento do SENHOR, pois assim, estaremos no caminho certo.

Que o Eterno, na pessoa de Seu Filho Jesus, vos abençoe!!

Amém!!  



    







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